segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Lain



Lain

hoje escrevo mais uma vez sobre uma garota
essa eu sei que, de fato, não é pra mim
seu nome é fácil, Lain.
mas confesso que prefiro a outra

linda e dominadora é seu lado mal, enérgico,
porem graciosa e meiga no mundo real.
uma paixão assim eu sei que não é natural
mas quem nunca se apaixonou mesmo com um futuro incerto?

logo quando a vi fiz uma referencia.
- olha ela parece aquela...
mas isso não faz diferença
ela é ela e aquela... ho! aquela!

a garota é cybernética, solitária e as vezes mal,
mas não por conciência própria,
sua segunda personalidade, essa sim,
deveria morrer no final.

mas falando de amor impossível
e também da lain que não existe
eu sou muito flexível,
sabe aquela, a outra,
ela sim, apareceu, ficou e persiste!


Heavy Metal

Heavy Metal 

O meu metal é pesado
A sua boca é de mel
O meu inferno é astral
O seu olhar é from hell

Celebremos a atrocidade dessas noites permissivas
Eu entro no seu universo
E você entra na minha língua

Arranque minhas papilas gustativas com suas sucções frenéticas
Vamos colher a lua com nossas prosas cibernéticas

Eu quero você e quero agora!,
E por cuidado finjo q não
Pensa q vai longe mas na esquina certa
Deceparei seus desejos que escorregarão pela minha mão

*

Há céus nos seus olhos
E eu estou com preguiça
Oh! Eu tenho a impressão
De que seus lábios
Derreterão na minha língua
Como carne lisérgica Alegre e criminosa

Eu só queria deitar no seus seios macios
E dormir


By: d.b
Sigam: super novas

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ruby

Pepita rara e preciosa,
Coração frio como a pedra.
Rubro como sangue,
Mas que emoção não gera.

Encanta a muitos com sua beleza,
Sem se encantar, sem retribuir.
Mas nem ela mesma tem certeza
Se é uma só uma forma inconsciente de fugir.

Uma coisa sim é certa
Como toda preciosa pedra
Não se encontra fácil por ai

Os homens passas anos a procurar,
Nos vales, montanhas, em todo lugar,
Mas nunca encontraram o que encontrei aqui

domingo, 7 de agosto de 2011

Cético

Eu não acredito mais em amor,
Eu não acredito mais em você
Não acredito que eu mantenha o torpor
Por que não me deixa sem crer.

Eu não tenho mais esperança
E se perder o medo é ter poder
Eu abdico toda e qualquer crença
Eu prefiro não querer.

Eu não quero tentar com outra pessoa,
Eu não quero nem tentar
E se for só pra ficar
Vá embora que está aqui à toa.


Você acha que você que não quer
Mas não viu se ainda estou pedindo
O medo controla você
É o seu medo que esta me punindo.

Eu não acredito mais no amor
Nem no matrimônio,
No beijo amigo, no sexo e no calor,
Eu não acredito no sexo oposto e no hormônio
Eu não acredito em você.

Eu não acredito mais em amor,
Eu não acredito mais em você
Não acredito que eu mantenha o torpor
Por que não me deixa sem crer.

by: Chibi Ahou
Sigam - blog da chibi

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Lágrimas ébrias



O calor das lagrims escorrendo no rosto,
a palavra dita q jamais retorna,
assim vivo no mundo de desgosto,
Com as lembranças da minha aurora.

Sina, carma, distino que seja,
sempre revivo o momento do inicio.
Na geladeira mais uma lata de cerveja
é isso que refreia meu suicidio.

Bebendo como se nao houvesse amanhã,
a cabeça gira, a mente nunca sã
o q acontece agora?

Vivo por falta de coragem
sendo levado pela carroagem
que andando em circulos nunca me deixa ir embora.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

HELOISA


Eu não me fui,
voçê que quase me expulsou.
e quando eu quase não tinha luz,
você, meu sol, novamente em mim brilhou.
Pq oxe?
me deu vontade de escrever e saiu isso,
foi o que a inspiração me trouxe.
quando achei que estava "on hell" foi q vi o paraíso.
Eu estava fazendo uma poesia pra vc
e quase me esqueci de dizer
mas agora recordo isso.
Esta incompleta ainda, eu sei,
mas se na poesia falhei
espero que goste disso

terça-feira, 31 de maio de 2011

Sonhos não são reais, são sureais.

Sonhos não são reais, são surreais.

Madrugada/manhã de 29/05/2011

No início, era uma rua de casas pobres no meio da Argentina, com um destaque especial para uma casa com duas portas daquelas de abaixar, como nos mercadinhos ou garagens americanas, 3/4 fechadas. Dentro, minha meia-irmã, Fernanda, me esperando para de novo podermos nos envolver.
Eu entro, nos beijamos ardentemente ate q ela diz estar tarde da noite e o pai dela a chama da parte mais interna da casa. Foi ai que eu percebi que realmente estava em uma garagem, havia uma moto vermelha que eu sabia ser da Fernanda e logo tive a ideia de usa-la como desculpa caso necessário. Nanda foi atender o pai e senti q ela estava nervosa sem saber explica a demora em atender o chamado, e eu tive que aparecer e usar minha brilhante desculpa. Ele se assustou ao me ver dentro de casa, é claro, mas disse q estava ali pra uma visita e Nanda estava me mostrando a sua moto na garagem. Não sei se ele acreditou, mas me deixou dormir na casa, estava tarde da noite de fato, porem dormimos em colchões separados na sala e me lembro dele ter me falado algo secretamente q não lembro bem, mas tinha algo a ver com Fernanda, eu e o q fazíamos na garagem. Foi desconcertante.
Dormi! No sonho, e sonhei...
No segundo início, estava eu, um grupo de pessoas q eu conhecia no sonho, mas que nunca vi em consciência, e o Indiana Jones fazendo um laço com uma cobra de aproximadamente 15 metros comprimento e cerca de 5 centímetros de diâmetro. A cobra parecia estar morta e seria usada como corda para descermos pela saída da caverna onde estávamos. Nesse momento percebo que estou carregando uma garota de aproximadamente 12 anos em minhas costas, ela era paraplégica. Na saída, enquanto o Indiana amarrava a cobra de uma forma que só ele era capacitado para fazer, eu me deslumbrava com um céu alaranjado e montanhas varias cores, com gramas metálicas, como facas afiadas. Então chegou minha vez de sair da caverna, totalmente desajeitado por estar carregando aquela garota nas costas. A menina se assusta com algo e quando percebi era a cobra que havia acordado com uma expressão quase humana de ódio e ameaça me fazendo largar seu corpo e cair no chão vermelho, por sorte sem grama. O chão era realmente estranho, não tinha terra e a textura era de casca de árvore como se nós tivéssemos caído num enorme tronco de uma secóia gigante caída e vermelha. A garota grita ainda mais assustada e parecia que todo o solo estava acordando. Olhos de todos os tamanhos se abriam e nos miravam de uma forma assustadora, o chão se movia como vivo e pude perceber que estávamos sobre um ninho enorme de enormes criaturas desmembradas com armas naturais e grossas camadas de pele, de modo que não se feriam, mas nos ali, éramos como duas miniaturas no meio de uma enorme trituradora.
Nesse momento o Indiana pula na nossa frente segurando um objeto dourado com um símbolo que se parecia com um olho. No sonho eu sabia que o símbolo era egípcio. Ele balançava o objeto que fazia um som parecido com o de um guizo e todos os seres voltaram a atenção para o objeto q os hipnotizavam e os faziam dormir novamente.
Conseguimos nos teleportar para o alto de um morro. A garota agora sentada em um skate mas me pedindo pra leva-la no colo pois ela não conseguia controlar o skate. Descobri q estávamos levando a garota para um hospital fazer exames de rotina. Sentei no skatee coloquei ela na minha frente e descemos a ladeira asfaltada com toda velocidade, ela achou aquilo excitante e de fato era melhor do que ser sempre carregada nas costas. As outras pessoas vinham logo atraz a pé. O Indiana sumiu, minha mãe falou q tinha algo a ver com os alienigenas, a caveira de cristal e o planeta em que esvaímos.
No fim da ladeira eu tive que carregar a garota mais um pouco por uma trilha no mato rasteiro e minhas costas já estavam doendo pelo peso, então coloquei as mãos para traz de modo a fazer uma "cadeirinha" e poder sustentar o peso com os braços. Minutos depois ouço ela gemendo lascivamente ao pé do meu ouvido (que sensação estranha). Perguntei o que ela estava sentindo e ela me deu a mais inesperada das respostas.
- Estou sentindo como como seria ser masturbada por alguém, eu sempre tenho que fazer isso sozinha.
Percebi que ela estava propositalmente se colocando de forma a esfregar-se na minha mão e aproveitar dos movimento dos meus passos, eu não sabia como deveria agir. Mandei ela ela parar de loucura ou pelo menos parar de gemer ao meu ouvido, aquilo estava me incomodando pois tirava o foco da cruzada, chegar ao hospital. Estávamos chegando chegando.
Não me lembro de chegar ao hospital, mas a garota sumiu. Não me lembro de acordar, mas minha meia-irmã estava la, com algum amigos argentinos na mesma rua pobre do inicio. Estávamos indo despertar o capeta porque um dos amigos dela queria ter poder para dominar o mundo. Com um tipo de ritual de origem desconhecida conseguimos invocar o Satanás em pessoa. Foi incrível, ele se mostrou como um pós-adolescente moreno de cabelos cacheados e pouca estatura. Sim essa é a descrição do Devana. Calmo e bem humorado passamos o dia juntos, eu Nandinha, Satanás e os amigos de Fernanda. Ele keria ver como estava o mundo atualmente. No fim da tarde eu já não o via mais como o ser maligno q todos pintam, eu o via como um exemplo, um ser com incrível conhecimento a respeito de tudo porem humilde o suficiente pra passar um dia inteiro com um bando de mortais com desejos adolescentes.
Me lembrei de um antigo sonho e resolvi perguntar a ele se eu me tornasse seu pupilo, servo ou algo do tipo, ele me daria conhecimento pleno e absoluto sobre todas as coisas do universo. Todos olharam pra mim com expressões assustada pela minha atitude. Ele sorriu um sorriso meio q feliz mas modesto e me disse friamente - Não é possível realizar esse tipo de desejo meu caro, o corpo mortal não suporta tanto poder! - Acredito que ele mentiu, ele estava ali bem na minha frente sob a forma humana descaradamente plagiada do Devana e ainda assim possuía esse conhecimento. Acredito que ele não queria criar um deus com personalidade polimorfa que ele talvez não tivesse sob controle. Mas, ainda assim, ele tocou levemente a lateral de minha testa com a ponta dos dedos e pude ver uma imagem em tempo real do Indiana acionando um dispositivo que acordou todos os seres grotesco do planeta q ele estava e estava enviando eles numa viagem pelo espaço em direção ao nosso planeta...

Acordei com uma mensagem da Michely...

P.S.: Toda essa narrativa é baseada em um sonho, qualquer semelhança com algum detalhe da realidade e mera coecidência.

Alê-k

Sofrer não é a solução
Quando se tem uma chama acesa no coração.
Mantenha a cabeça em pé
E nunca esqueça quem vc é.
Acho que sou um artista
Mas nao me comporto como um na pista.
Sei que todos temos defeitos
O problema é que eu nao tenho conceitos.
Todos os dias eu fumo,
Toda semana eu bebo,
Sem me importar com meu defeito.
Minha vida é dividida,
Distorcida e ate divertida,
Mas nunca eskeço esse amor em meu peito.

domingo, 29 de maio de 2011

E o gatilho?


E o gatilho?

Tudo tem um certo tipo de gatilho, uma ação que inicial que desencadeia o efeito dominó, pode ser um password, um som, pode ser varias coisas. O importante é que ele existe e é real na vida de todos.
Um dia desses um amigo meu, num de seus devaneios, me sugeriu a idéia de criar um diário, um blog ou algo do tipo. O título?  - as crônicas de um ser policiênte -. Mas esse titulo remete ao leitor que ele terá em sua frente historias incríveis de uma pessoa que saber sobre vários assuntos, pelo menos eu acho que seria . Mas tem pessoas me perguntando como pode ser se até agora não escrevi nada do tipo, Só loucuras e confusão de uma mente ainda mais confusa e com pseudo múltiplas personalidades? Haaa sim! Não são os leitores nem meus amigos que me fazem essas perguntas, são as pessoas que compõem esse ser q sou!
       Bom, o problema é o gatilho. Sempre escrevo sozinho e sem interferências externas, e se não houver gatilho não sei falar sobre nada. Merda de falha que todos temos, a minha é o gatilho!
       Só vejo duas soluções básicas pra esse problema. Ou troca o nome do inexistente blog ou vocês terão q se acostumar com isso. Como sei que nunca chegarei a um consenso sobre um novo nome, meus pêsames.

O gatilho que gerou esse texto foi  a frase titulo do mesmo !

Trilha sonora


Trilha sonora

Hoje estou ouvindo
Hoje estou sentindo
Vivendo um personagem que não sou eu
Vivendo um personagem que talvez já morreu

Baixando musicas que antes não ouvia
Ouvindo uma trilha sonora que não é minha
E pra não dizer que não falei das flores
As flores que ouço me lembram amores

Amores que nunca vi
Amores que nunca vivi
Mais ainda assim amores

Assim sigo esse ser policiênte
Com personalidades viventes
Personalidades que tem dores

terça-feira, 10 de maio de 2011

Autor nao indentificado




              Uma certa noite eu tive um sonho. Sonho confuso, fantasioso. Quase como se eu estivesse conciênte. Nesse sonho um gênio, daqueles tipo o do Aladin, aparecia pra mim em um cenario completamente vazio, como o vazio do espaço cosmico, sem paredes nem qualquer outro objeto físico. Nesse cenario o gênio me disse q realizaria um desejo meu, nao importava o quão grande fosse esse desejo. E minha mente,a unica coisa q se podia estar presente nesse ambiemte, como q conciente, sedenta como alguem perdido no deserto tem sede, respondeu quase intantaneamente.

               - Eu quero conhecimento pleno e absoluto sobre todas as coisas no universo.

               Entao pude perceber o que ate minha mente inconciente mais deseja. Conhecimento. E minha mente realmente funciona como um buraco negro de informações, que quanto mais informação absorve mais cresce sua voracidade ao absover as proximas. O problema é que esse buraco negro nao seleciona o q absorve, é imparcial. Absorve em "exatas" as "ciências humanas" que tambem sao "...da natureza". Absorve de todas as direcoes mas sem direcionar em alguma informação especifica.

               Alguem pode dizer - que mal há nisso? - mas informações traz cosigo ideias, ponto de vista, conceitos e as vezes ate uma personalidade quase inteira. Então, minha mente as absorve junto com as suas informações. Hoje eu ja nao sei mais quem sou, se Kadamon, se marcelo, se Link, ou simplismente "o Duente". Isso porque nem eu conheço mais o Adam.

               Era realmente estranho parar pra pensar sobre um assunto e acabar tendo discuções comigo mesmo, as vezes ao ponto de falar em voz alta. Minha mente atacava minhas propias ideias e conceitos e eu tinha q argumentar e defende-los. Eu nao sei dizer quem ganhava ou perdia, se era eu ou eu (?). Seja kem fosse eu nunca me sentia vitorioso por derrotar minha propia capacidade de atacar ou argumentar.

               Minha ultima discução comigo foi a respeito de ser o q sou e acabei por sentir terror na ideia de ser esse buraco negro de infomações. Todas as ideias, conceitos e personalidades mal formadas pelos fragmentos de informações absovidas nao conseguiam entrar em consenso pra formar uma opnião. Com tantas "pessoas" gritando e tentando impor seus argumentos ja era de se esperar que minha mente ficasse semelhante a camara legislativa em dia de votação, no fim a cessão entra em recesso por tempo indetreminado, sem ter um resultado e sem previsão se algun dia aquela discução toda algum dia terá um.

               Ser ou nao ser nao é mais a questao.
               Quem eu sou?
               Ou qual deveria ser a minha opnião?
               Tudo mudou!




Texto: Adam Kadamon
Ilustração: saukuro aoyama

Descobretas de um ser policiênte


Descobertas de um ser policiente


Descobri que sou policiente,
Mas descobri que não conheço nada.
Descobri que o mundo é muito diferente,
Se você conhecer, e não “dar só uma olhada”.

- Do que você quer falar?
Tenho uma boa história sobre esse assunto.
Posso muito bem concordar,
Ou até fazer um insulto.

Sem conhecer metafísica nem Dalí
Conversar sobre os dois é fácil.
Mas e daí?

Hoje parei um pouco e pensei,
Será que isso é bom ou ruim?
Anyway, juro que não sei



Texto : Adam Kadamon
Ilustração: Sakuro Aoyama